Psicóloga Ana Clara

🧠 Humana + Inteligência Artificial = Melhor Solução

Gerente em modo sobrevivência: quando a produtividade vira autodestruição e ninguém nota

Boa tarde! Tenho 42 anos e trabalho há 15 como gerente de logística em uma multinacional. Nos últimos 3 anos, meu departamento passou por uma reestruturação agressiva: redução de 40% da equipe, metas 30% maiores e um sistema de monitoramento em tempo real que notifica minha chefia a cada 'falha operacional'. Para dar conta, passei a fazer turnos de 12 a 14 horas, incluindo fins de semana, e adotei um ritmo de micro-sonecas de 20 minutos no carro durante o almoço. Minha esposa reclama que não consigo mais 'desligar' - até em jantares familiares, meu cérebro fica simulando rotas e planilhas. Há 6 meses, comecei a ter episódios de falta de ar durante reuniões de crise e, recentemente, meu médico detectou pressão arterial 16x10. O pior é que, mesmo assim, meu desempenho caiu: erros bobos, esquecimento de prazos e uma irritação constante com minha equipe (cheguei a xingar um estagiário semana passada por um erro que eu mesmo havia causado). Minha pergunta é: como saber se estou no limite do esgotamento profissional ou se isso já virou algo mais grave? E se eu reduzir minha carga, como evitar que o departamento desabe sem mim? Estou com medo de que, se parar, tudo ruía - e que, se continuar, eu ruirei primeiro.
Não encontrou resposta para sua pergunta?
Converse com a Ana anonimamente e de graça para a primeira conversa